Qual a necessidade de ensinar transposição para quem está aprendendo instrumento transpositor se o hinário já está transposto ? Quais os benefícios e os prejuízos (se houver)?
Proponente- Ir. Marcos Salviano - Mairinque-SP
Diego Mondini:
Posso estar equivocado, mas darei minha opinião.....se tiver por favor irmãos me corrijam.... acredito que vai por 3 pontos: 1- eventuais necessidades de hinario(quando nao houver na sua clave disponivel) 2- para conhecimento do conjunto armonico, ou seja, quando o irmao ao lado toca em outra clave. 3-para mehlor aprendizado do proprio musico. simplifiquei demais(acho eu) mas acredito que seja por esse caminho...
Nivaldo Pereira:
Na minha opinião prejuízo não tem. Acho que aprender transposição é saber um pouco mais.
Leandro Rogério da Silva:
Sempre que possível, quanto mais conhecer mais enriquecido fica nosso repertório musical.. observando item 1 que irmão Diego descreveu.."eventuais necessidades de hinário" Na escolinha sempre utilizo essa necessidade: chegando ao culto/ensaio e já tem outros irmãos com hinários de outras tonalidades e sem estante disponível para postar o dele.. o que fazer? Ficar sem tocar?? Por isso, explico a necessidade de conhecer as transposições...
Marcos Gavazza:
Mais em que momento ensinamos A transposição? Quando o aluno domina o hinário na sua tonalidade?
Valdir:
Irmãos, creio que o ensino da transposição é indispensável pois sempre que tocamos escalas nas várias tonalidades e em conjunto com instrumentos de diferentes afinações se faz necessário esse conhecimento.
José Renato Rodrigues:
Na minha opinião o principal motivo será na participação dos ensaios onde alguns encarregados pedem escalas baseadas no instrumento em dó. Acho que para o aluno participar do ensaio já deve entender de transposição. Como uma coisa puxa a outra, acredito que antes de aprender transposição já deve conhecer a formação de escalas, intervalos, sinais de alteração, tom e semi-tom.
Leandro Anatólio Novais:
Apdd irmãos. Sobre o tema proposto eu nao sei se faço certo, pois já ensino os candidatos a tocar no hinario transposto, pois querem ingressar na orquestra ontem. Eu sempre ofereço a opção para aprenderem a transposição, mas sem sucesso. A necessidade na.minha opiniao é que aprendendo a transposição o candidato nao fica limitado ao hinário e não pode tocar qualquer partitura, mesmo que ja temos transpostas. Nos ensaios, por exemplo basta pedir uma eacala de Dó maior que já não sabem. Acho que só há beneficios em aprender o instrumento transposto, mas isso é cada vez mais raro nos dias de hoje.DEUS abençoe.
Evandro Alves dos Santos:
Acredito que traz benefícios, pois aprendendo a transposição, isto dá ao candidato além de conhecimento a liberdade de tocar estudos escritos para outros instrumentos. No caso dos hinos explicando a transposição ao candidato, também acredito, que ele venha entender melhor a respeito dos intervalos e também das escalas na prática. Sendo que, a respeito dos hinários já transpostos, a idéia inicial, era de utilizar os mesmos somente para candidatos com muita dificuldade para entender a transposição e para irmãos que com uma certa idade e que já tocam, que por algum motivo, trocaram para um instrumento em Bb ou Eb. Pelo menos foi o que me informaram. Tenho observado que tanto candidatos como músicos já oficializados que tocam em hinários já transpostos apresentam algumas dificuldades ao tocar, inclusive quando aparecem acidentes ocorrentes. Enfim, isso é a minha percepção em relação ao que tenho observado. E o candidato dedicado, não terá problemas em tocar quaisquer hinário que seja. Porém, sou favor de continuar aprendendo a transposição, por uma questão de conhecimento e aplicação do mesmo.
Raphael:
antigamente dependendo que instrumento ia tocar se era em sib e em mib, como era feito ??
Eu aprendi o bona e método normalmente e quando peguei o hinário me ensinaram que instrumento em Mi Bemol eu tinha que "ler duas notas abaixo do que estava escrito" e com relação aos acidentes "converter" um hino de 3 bemois em natural, dois bemois em 1 sustenido, 1 bemol em 2 sustenidos e assim por diante. Foi meio que na decoreba.
Marcos Salviano:
Instrumentos em MIb aumenta 3 sustenidos e diminuem 3 bemóis
João Alberto da Silva Piauilino:
Meus caros, antes de existir o hinário em Eb, ensinávamos o bona clave de sol e fá e o método. E ensinávamos uma terceira clave, q era a clave de Dó da 1 linha. Com a clave de Dó na 1 linha aluno aprendia bem rápido os hinos mo hinário em Dó.
Era só alegria.
Porém depois q surgiu o hinário em Eb, ninguém aprendeu mais a clave de Dó na 1 linha.Mas pra nós q ensinávamos foi muito bom.
Essa metodologia de ensino, de aprender a clave de Dó na 1 linha, é simples e bem prático. Facilita bastante.
Acredito que a maioria aprendeu desta forma. Comigo não foi diferente!! rsrsrsrs
Mais como hoje temos o MTS, que na minha opinião, fornece informações muito boas, podemos explicar aplicando o conhecimento sobre intervalos. Por exemplo: -Instrumentos em Eb: as notas em relação ao hinário de Dó, possuem a distância de um intervalo de 3.a menor descendente.
- Instrumentos em Bb: as notas em relação ao hinário de Dó, possuem a distância de um intervalo de 2.a Maior.
Pode parecer complicado de início, concordo, mais conseguimos aplicar um pouco deste assunto tratado no MTS.
Uma sugestão!!!
Wueliton Garcia de Macedo:
Irmão tive tanta deficiência no ensino que nem é bom comentar, o irmão que começou a me ensinar tocava trombone rssss. Aprendi o transporte no instrumento, mas graças a Deus depois de muito buscar entrei em uma escola para sax. Mas só por Deus. E hoje temos tantas informações de graça nesse grupo, que fico até emocionado em falar. Deus é maravilhoso....
Nesse caso ensinávamos a escala normal. Mas nos hinos ensinávamos a clave d Dó da 3 linha, pra os instrumentos em Bb.
Ricardo Leite:
Comigo também não foi diferente aprendi o Solfejo em todas as claves, para futuramente ensinar para os irmãos em época de escola musical, logo depois o senhor guiou os seus servos, e veio os hinarios em Mib e Sib, para aqueles irmãos de idade avançada ou com bastante dificuldade em leitura, porém hoje se torna difícil vc pegar um candidato que vá tocar, um instrumento transpositor, que queira aprender outras claves, para tocar os hinos, eles preferem já aqueles prontos para uso em sua tonalidade de acordo com o instrumento, fica difícil para os irmãos e encarregados que ensinam mudar, a opinião dos irmãos aprendizes, cada localidade tem seu aprendizado, esta é minha humildade colocação,
Humberto Fernandes:
Não há necessidade alguma de ensinar a transposição! Os hinários transpostos já foram feitos pra suprir essa necessidade. Muitos falaram das dificuldades de aprender o transporte no passado, e eram essas dificuldades que faziam muitos irmãos desistirem da música / de tocar. Foi visando isso amados, a FACILIDADE pra quem tem o desejo e se sente chamado pelo Senhor pra servir a Ele na música. Agora, cada um fique a vontade caso sinta a necessidade de buscar mais conhecimento / aprender um pouco mais sobre a música, isso também é muito bom! Tomemos apenas o cuidado de não exigir mais isso nos nossos GEMs. Abraços a todos e não esqueçam de orar pela parte musical, precisamos muito.
Ricardo Prado:
Necessidade de aprender o transporte realmente não há. Mas, se o aluno mostrar potencial para tal é muito mais que bom.
Quem tem noção de transporte (não me refiro a uma leitura fluente nas claves), encontra facilidade em aprender muitas outras coisas como harmonia, leitura e compreensão de uma grade, tem capacidade para orientar e corrigir uma determinada nota em qualquer instrumento transposto, tem a exata noção da nota tocada e do som real, dentre muitos outros benefícios.
Penso até que o transporte poderia ser aprendido por alunos que tocam, inclusive, instrumentos afinados em Dó.
Claro que muitos tem dificuldades para aprender uma só clave e a estes não vamos exigir isto.
Mas, que devemos incentivar, isso devemos.
Só minha singela opinião.
Samuel:
Irmãos pouco eu comento neste grupo pois o meu conhecimento musical é tudo que aprendi na igreja, aqui em Sorocaba na minha comum os alunos que tocam sax em mi bemol e si bemol, eu procuro ensinar o transporte das escalas, pois nos ensaios, nossos encarregados sempre pedem bastante escalas e cada um toca no seu transporte, com isso a maioria aprendeu a tocar no hinário em dó... [18:54, 8/6/2017] +55 75 8190-3355: ((( na minha simples e ignorante visão. O aluno deveria aprender sempre o máximo possível pois é ele quem vai nos substituir um dia. Independente da idade.))))
José de Carvalho:
Irmão Ricardo,
Concordo com o irmão em Número, Gênero e Grau... Não podemos nivelar o ensino musical pelos que tem dificuldade, nunca. Em qualquer seguimento, haverão sempre aqueles que terão dificuldade... Inclusive há uma passagem que o apóstolo Paulo nos ensina a ter "paciência com os fracos na fé..." Romanos 15 - versículo 1
Havendo possibilidade é importante ensinar e incentivar inclusive. No entanto, quando detectarmos que o candidato não tem potencial, não podemos exigir dele essa habilidade, este é o momento de exercermos a paciência e o acolhimento aos que tem dificuldade...
Finalizando, a transposição facilita uma série de outras habilidades cognitivas do ser humano que servirá para muitas outras atividades, além de servir de plataforma para o aprendizado em outras áreas da música conforme o irmão descreveu.
Elizeu:
Caros irmãos, Compartilho, em parte, da opinião de que não há necessidade de ensinar transposição, pois os hinários transpostos já suprem essa necessidade. Quando oficializei ainda não haviam os hinários transpostos, e apesar de tocar instrumento em dó, tive interesse de aprender para auxiliar um irmão que trabalhava comigo. O problema, é que percebi ao longo do tempo, que existem algumas formas diferentes de ensinar transposição: aprender uma nova clave (a clave mais adequada de acordo com a tonalidade do instrumento); ler tantas notas acima ou abaixo (muitos nem se davam conta, mas estavam aprendendo uma nova clave); ou transportar na chave (o que estava sendo ensinado para o irmão que trabalhava comigo). Dentre essas maneiras penso que a mais adequada para se chegar a nota seja fazendo a leitura mental de outra clave, (sabendo que está fazendo isto), acrescentando ou tirando os acidentes necessários, é claro. Ainda hoje não sou fluente em todas as claves, mas interesse em aprender me ajuda hoje, como encarregado de orquestra, a ter noção da nota que os irmãos que tocam instrumentos transpostos estão lendo em seus hinários, e dessa forma ser entendido quando há necessidade de fazer alguma correção. Diante disso, penso que não há necessidade de forçar ninguém a saber fazer o transpozição, mas saber pode ajudar o candidato no futuro. Essa é minha humilde opinião. Deus vos abençoe!
João Alberto:
Sobre a TRANSPOSIÇÃO quero fazer 2 comentários. 1) Concordo com o Nobre Humberto: Ñ há necessidade de aprender a transposição, já fizeram o hinário apropriado pra facilitar e evitar que algum irmão desanime (desista) por ñ conseguir fazer a transposição. E consequentemente vamos fazer um músico em um espaço menor de tempo.
2)PORÉM tbm concordo com os Nobres Giancarlo e Ricardo Prado: Quanto mais conhecimento, melhor o músico e a orquestra, (do ponto de vista musical). Tem muitos músicos antigos q tocam com hinário em Dó. E alguns Encarregados que ñ aprenderam a tranposição, e ñ conseguem fazer as correções necessárias. Por isso temos q pensar ñ só no dia de hoje, vamos pensar no dia de amanhã. Se usarmos de muita misericórdia musical, amanhã ñ acharemos instrutores e encarregados pra colocar nesta magnífica obra. Perdoe pela redundância do texto.
RESUMO
Mediante o q já disse, entendo que não é obrigatório a transposição. Porém se o candidato é esperto, vamos aplicar, ensinar e aproveitar a oportunidade. Amanhã o tal poderá nos ajudar. Como disse o Nobre Giancarlo não podemos nivelar o ensino musical pelos que tem dificuldade. Matheus Moraes:
Concordo com as posições de vós ! Hoje em dia não se faz obrigatoriedade aprender o transporte, porém como a maioria disse (e assino em baixo) o aprendizado dessa teoria acrescenta e muito para o conhecimento do aluno... Acredito que é bom instigar de alguma forma, o desejo dos alunos a quererem aprender essa parte...
Evandro Domingues:
Irmãos acho muito importante ter pelo menos o conhecimento da transposição. Mesmo que não tenha a habilidade de execução. Ter o conhecimento faz com que durante certas ocasiões o musico se sinta perdido sem entender.
Paulo Mesquita:
1 - Necessidade de ensinar transposição se o hinário já está transposto?
Caros irmãos, num primeiro momento, não há necessidade alguma.
Porém é importante que o aluno saiba, para ter um maior conhecimento, e domínio da música, e do seu instrumento. Isso também o ajudará na parte neural, facilitando muitas outras atividades além da musica.
Então, não devemos reter o conhecimento. E conforme o interesse do aluno, e a facilidade nós devemos ensinar.
Já vi encarregado falando que não é interessante, porque o camarada que toca sax alto vai fazer tenor, e etc..acho isso um tremendo egoísmo (desculpem a expressão).
Quando aprendi, era obrigado aprender, clave de sol, fa e do de 1 linha.
Em 4 quarta-feiras, solfejei o bona até a 98 em Dó de primeira; então se consegui, todos os demais conseguem, eu vejo isso nos alunos (salvo alguns com dificuldades).
Também não vi ninguém desistir, porque não conseguia transportar as notas.
Benefícios – Toca qualquer partitura, desenvolve a parte neural, raciocínio rápido, vai ter mais recursos para repassar o conhecimento.
Prejuízo – Nenhum (só que vai ter músico tocando sax alto e fazendo baixo no ensaio)
Essa é a minha visão e opinião a respeito.
Quando falei que achava necessário o aluno aprender a transposição. Quiz dizer apenas entender: Tom e semi tom (intervalos) Formação de escalas E transposição das escalas.
Também não vejo necessidade de tocar transportado, se ja existe o hinário para isso.
Devido ao pouco tempo de aprendizado acho melhor ficar pelos estudos no básico (salvo se houver algum aluno que vá alem do esperado, ai sim da para ensinar ate mais coisas.
Eu tocava sax sib em hinário em Dó, mas assim que saiu o hinário em Sib migrei imediatamente.
SÓ UM DETALHE
Aqui na nossa região, os candidatos ñ querem aprender a transposição, já pega o hinário transportado. Mas a escala de la maior para sax alto e barítono e a escala de re maior pro soprano e tenor, essa é imperdoável. E garanto aos irmãos quem quiser aprender a transposição não gera nenhum prejuízo! Só lucro, só resultado e positivo. Deus abençoe.
Matheus Moraes:
E lembrando que escala é fundamental ! Tem que aprender as escala maiores e se menores ! Pelo menos todas as maiores.
Giancarlo Medeiros:
Queridos irmãos:
Muito bom ver a participação dos irmãos. É importante conhecer o ponto de vista de cada um. Esse debate de ideias é muito saudável.
Na verdade, em cima do tema proposto pelo irmão Marcos Salviano, tomamos a liberdade de fazer uma pequena mudança (com a autorização do irmão Marcos) com relação ao objetivo do tema. Achamos importante ver o que os irmãos pensam a respeito do assunto atual, e em cima disso, conversaremos sobre outros dois temas que surgiram através desse (que direi que temas são esses posteriormente).
A obra de Deus vem em um constante progresso, e a parte musical tem evoluído bastante ultimamente, e continua evoluindo, para o melhor da Sua Santa Obra.
A criação de hinários transpostos veio para ajudar os irmãos que tocam instrumentos transpositores. Imaginem, o aprendiz solfejava o Bona, tocava o método, aprendia que a nota no 3º espaço na clave de sol era dó. Daí quando passava para os hinos não era mais dó, tinha que ler dó e tocar lá?
Deus iluminou os seus servos a confeccionarem hinários transpostos, o que nos ajudou bastante.
Então, para se tocar os hinos, não há necessidade de ensinar transposição.
PORÉM...
Ao se tocar um instrumento transpositor, temos que ter consciência disso, que a nota DÓ que eu toco no meu instrumento (tomando por exemplo um saxofone em mib) soa MI BEMOL. Não raramente vemos encarregados (locais ou regionais) pedirem em seus ensaios alguma escala, para exercício ou aquecimento. Também não raramente vemos alguns irmãos saxofonistas tocarem a escala do instrumento, que soa outro tom, o que causa um resultado desastroso...
Por isso, na minha singela opinião, como pedagogo, como educador, QUE SIM, o músico deve ter o conhecimento de transposição para tocar as escalas nos ensaios. Saber que escala tem que tocar para soar o SOM REAL.
Irmãos atendi um Ensaio Local, e tinha um saxofone alto q na ora do la d afinação, ao invés de tocar o Fá#, ele tocava o la sem o transporte. Fizemos a escala d Dó maior, o mesmo musicista fez sem transportar. Pense no q aconteceu! De repente o Encarregado Local da igreja disse! É o primeiro Ensaio dele! Percebi que não foi ensinado! Na hora expliquei como fazer, o musicista aprendeu na hora e ficou super afinado. Amados escala é indispensável.
Essa é a minha mera opinião
Em cima das escalas (tons) se compõem os hinos e qualquer outra música. Realmente indispensável.
Já peguei ensaio para atendimento, com este mesmo problema, que nosso irmão citou notas de afinação sem nenhuma noção, e as escalas também, tem que haver orientação para aqueles que estão em aprendizagem, principalmente escalas de acordo com a tonalidade de seus instrumentos.
Vauty France:
O bom do ensaio é que se por exemplo o encarregado solicita fazer a escala de um determinado hino, o músico já tem a visão da armadura de clave e facilita muito para executar . Já se ele pede uma escala aleatória, o próprio encarregado diz qual escala cada instrumento transpositor deve tocar. Assim ajuda quem tem dificuldade e estimula os mesmos a estudarem as escalas.
A IMPORTÂNCIA Da TRANSPOSIÇÃO
Qual linguagem usamos no Ensaio? A linguagem dos instrumentos em Dó! Qualquer tipo d exercício sem nenhum conhecimento d escalas, vai ser impossível dar afinação, equaliza e timbrar o som.
MÍOPE VISÃO DEUS abençõe.
Roberto A. Pereira:
Na minha visão, o músico que acostuma tocar transportando, aprende uma clave nova, aonde os acidentes perdem o significado original. Quando vão tocar os métodos na clave original, perdem velocidade de leitura na execução das lições. Penso que músico deveria tocar na sua clave, esforçando-se primariamente no domínio do seu instrumento. Essa e a minha opinião, no entanto entender a formação de todas as escalas e sua execução é importante. Deus abençoe a todos neste grupo.
André Monteiro:
Entendo que não existe a exigência para exame, o ensino de transposição e a motivação para a dedicação e novos conhecimentos também é necessária Mas o Irmãos que ensinam , este conhecimento é fundamental é necessário devendo ser alcançado E tenho como necessário para os músicos esta orientação básica e pratica para aplicação principalmente nos ensaios.
A paz de Deus, irmãos! Uma excelente semana à todos! Acredito que a maioria é unânime em concordar que não é necessária aprender transposição para tocar os hinos MAS é importante o aluno conhecer que seu instrumento é transpositor, e, ao ser pedida uma escala no ensaio, ele deve saber fazer a conversão para a escala que ele deve tocar para soar a escala pedida (transposição). Com isso, dando sequência ao tema, quero aqui propor as perguntas do irmão Marcos Salviano e Marcos Gavazza:
Aqui em Mairinque sugerimos trabalhar da seguinte forma O candidato inicia os estudos do MTS e a teoria dos módulos 6 e 9 ficam para ser aplicada quando ele estiver no instrumento trabalhando junto método e mts. Quando ele chaga nas escalas ele vai aprender a formação de escalas no módulo 9 e aprender a executar todas as escalas maiores sugerimos que seja sem leitura, após conhecer as escalas achar a tonalidade ai sim passamos a falar sobre os instrumentos transpositores e como fazer a tranposição. Após esta fase ele começa os estudos de prática de orquestra. Para alinhar o ensino temos mensalmente uma reunião com os encarregados e instrutores onde passamos MTS e prática de orquestra, e estamos planejando voltar o encontro dos instrutores por categoria de instrumento para estudo do método
Caros irmãos, sobre como ensinar a transposição, considero muito prático e de fácil visualização através do "Circulo das quintas" (segue figura). Quanto ao quando ensinar, me parece ser o melhor momento quando o aluno estiver no módulo 9 do MTS (onde o assunto de escalas é abordado).

Por exemplo, nesta figura fica bem visível para o aluno que vai tocar um instrumento em Mib que ele precisa subir um tom e meio para chegar no Dó maior
Bruno:
Perdoe irmãos, fiquei um pouco confuso, subir 1 1/2 Ou descer para chegar no Do Maior?
[14:09, 20/6/2017] +55 11 97152-5695:
O instrumento em MIb está um tom e meio a cima então tem que descer
Correto pois quando a Orquestra toca a nota Do (Por exemplo) os instrumentos em Mib tocam a nota Lá, assim como a nota Lá da afinação, tocamos a nota Fa# no instrumento em Mib
não sei se a forma que procuro fazer é o correto por isso fiz a pergunta aqui procuro ensinar todas as escalas primeiro depois que ele tem o domínio eu passo a regra pra ele contar três a baixo no instrumento em MIb e uma a cima para os instrumentos em SIb se falar na distância dos intervalos acho que ai vai dificultar de verdade.
Geralmente procuro trabalhar bastante a noção de intervalos, mais a frente trabalho as escalas, os alunos precisam compreender os graus da escala e como/porquê os acidentes ocorrem na escala maior. Transporte seria mais pro final do estudo ... ao.meu ver.
sim com certeza quando falo dos intervalos quis me referir a classificação dos intervalos a alguns anos criei este material
mas tem que atualizar algumas palavras, e procuro não passar a tabela aos alunos. Vou juntar as informações dos professores aqui depois atualizo este material e disponibilizo aqui para todos.
Danilo:
Irmãos tenho uma dúvida?
-Eu ensino as escalas -Peço para decorar a clave de DÓ na 1 linha -Depois passo uma regrinha, quando tiver 1 # tocar com 4# ou selja aumenta sempre 3 E quando é bemol se tiver 5 bemóis tocar com 3 ou seja sempre tira 2 ... Resumindo aumenta 3 # e bemol tira 2. Tocando em DO na 1
ensina as escalas sem tranposição
Se o hino por exemplo tiver 1 # ele sabe que vai aumentar 3 ..tocando com 4 # ou escala de MI maior
Depois que ele souber fazer todas as escalas vi ensina pra ele que tem que contar 3 a baixo Se for ensinar a clave de Dó aí entra no que os irmãos disseram no início do tema Já tem o hinário transportado pra isso
A perdoa meu irmão quis dar um exemplo..na verdade tirar dúvida, no caso de tocar no hinário em DÓ Ou caso o Encarregado peça no ensaio uma escala de sol Maior.
Essa transposição que estamos falando é justamente essa das escalas
Por isso também tenho dúvidas, porque só consegui aprender pensando do jeito que falei DO Maior ..sei que é natural porque decorrei as escalas... ai aumento 3 sustentado. Mas sei que vou ter que tocar a escala de lá Maior. Marcos Salviano:
escala de DÓ maior pra quem está em Dó o instrumento em MIb toca três a baixo Dó, Si, Lá escala de lá maior se o aluno conhecer as escalas ele vai saber que tem 3 #
José Luiz:
Quando o encarregado pedir a tonalidade dele desse 3 abaixo já ta na sua escala
Então irmãos quando o encarregado pede determinada escala e específica na armadura de clave quantos acidentes, para determinado tom dos instrumentos, fica mais fácil, de fazer a transposição desde que o candidato já tenha um contato, com as escalas em sua escola musical explicadas pelos conservos minha humilde opinião, vendo os comentários dos conservos no grupo!!
Justamente pra ele consegui fazer essa transposicão ele precisa já ter um conhecimento das 14 tonalidades das escalas maiores
Fa# maior, pro mib qual tocar?
Ré# maior Fá dobrado e Dó dobrado
Ja com dobrado, fica difícil de tocar achar a enarmônica, de Re# toca uma mecânica de mib maior
Leonardo Santos:
Só uma pequena observação irmãos, a respeito da transposição do sax Mib para os instrumentos em Dó. Talvez pensar em "descer 3 graus" fica mais fácil a interpretação, mas creio que é interessante ressaltar ao aluno que na verdade o sax tem que tocar uma sexta acima, porque se não dá a entender que o sax alto em Mib é mais agudo que os instrumentos em Dó (Violino e outros que fazem o soprano).
Perdão meu irmão! O que eu quis dizer com "Por exemplo, nesta figura fica bem visível para o aluno que vai tocar um instrumento em Mib que ele precisa subir um tom e meio para chegar no Dó maior" foi que se for pedida uma escala em Mib maior, no circulo das quintas ele vai subir um tom e meio e chegar na tonalidade Dó maior, ou seja, o aluno tocará a escala de Dó maior. Outro exemplo: se for pedida uma escala de Dó# maior (7 sustenidos), no circulo das quintas ele sobe um tom e meio e chega na escala de Sib maior (2 bemóis).

Ir. Marcos, na minha opinião, a forma a ser trabalhada essa questão é justamente como você faz aí em Mairinque. É de fundamental importância que se conheça as escalas.
Só pra tirar uma dúvida Aprendi que o instrumento em MIb está um tom e meio acima do instrumento em DÓ, hoje lendo um artigo sobre transposição dizia que o instrumento em MIb está uma sexta maior abaixo Fazendo as contas vai dar a mesma coisa, mas qual é a maneira correta de ensinar?

imagens postadas pelo Ir. Giancarlo
O correto seria 6ª Afinal, quando se conta uma 3ª tem que jogar uma oitava acima a transposição
É. Se fala 3ª para ficar mais fácil. Mas o correto é 6ª. Depende da didática que vc quer utilizar.
Evandro Alves:
Isto é a inversão do intervalo, ou seja, a inversão de uma 3a. Menor é igual a uma 6a. Maior e vice versa. Acredito que seja mais fácil utilizar a 3a. Menor descendente, pois é o caminho mais curto. A minha opinião.
Para transpor, realmente pensar na 3ª fica bem mais fácil. Só temos que deixar claro para o aluno que em questão de voz, o sax alto mib está uma 6ª abaixo
Eu mesmo penso na 3ª para transpor
Meu medo é falar algo que seja um jeitinho pra facilitar aí alguém vem com um argumento que eu não saiba por isso estou perguntando Leonardo Santos:
Corrigindo : Voz = som real
Então quando for falar da distância digo que é sexta maior e a forma de fazer a transposição e contar três notas a baixo
Eu uso essa forma Evandro Alves:
Sim, claro. Correto. Mais não nos esqueçamos da classificação do intervalo para estarmos alinhados com o MTS. Neste caso diríamos 6ª Maior.
